Três novos recursos horríveis da Meta em menos de um mês Meta launched three controversial features in less than a month: an Instagram tool that used public profile photos to generate AI images on WhatsApp (quickly reversed after backlash), a facial recognition system in the Meta AI app for smart glasses (removed after Wired exposed it), and a prototype of smart glasses that continuously record audio and take photos every few seconds without any visual indicator. The incidents highlight Meta's pattern of pushing privacy-invasive features and then retreating only after public outcry. Três novos recursos horríveis da Meta em menos de um mês Este comentário do Bruno, no Bluesky https://bsky.app/profile/brunofreire.bsky.social/post/3mqaoim7mxs2j : Instagram inaugura ferramenta que rouba todo o dinheiro da sua conta bancária e mata sua família. Saiba como desativar 👇 O Instagram ainda não faz isso. A brincadeira dele faz referência à notícia recente de que fotos de perfis abertos no Instagram poderiam ser usadas para gerar novas imagens no WhatsApp com a Meta AI, IA generativa da Meta, dona do Instagram. A imprensa repercutiu e destacou nos títulos o “Como desativar” https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/07/ia-meta-fotos-perfis-repercussao.jpg . A minha dica? Desative ou exclua seu perfil no Instagram. A novidade é tão descabida que levou apenas três dias para a empresa voltar atrás. Em uma atualização no comunicado à imprensa https://about.fb.com/news/2026/07/introducing-muse-image-meta-ai/ , a Meta informou que “ouviu o feedback de que esse recurso passou do ponto” e que, por isso, “não está mais disponível”. Diz muito que a liderança da Meta precise “ouvir o feedback” para concluir que tal insanidade tenha “passado do ponto”, mas a real é que ninguém lá é inocente. Imagino que lançamentos do tipo sejam riscos calculados: se colar, colou, e se não, a semente da ideia está plantada; na próxima, talvez, a sociedade esteja distraída com outra coisa tática que eles usam https://www.nytimes.com/2026/02/13/technology/meta-facial-recognition-smart-glasses.html ou mais disposta a aceitá-la da cartilha do Vale do Silício https://startups.com.br/eventos/web-summit/esperamos-vir-para-o-brasil-em-breve-afirma-cofundadora-da-kalshi/ . No início de junho, a revista Wired descobriu https://www.wired.com/story/meta-smart-glasses-face-recognition-nametag-connections/ que a Meta havia incluído um sistema completo de reconhecimento facial no aplicativo Meta AI, instalado em dezenas de milhões de dispositivos, para ser usado com os óculos inteligentes fabricados em parceria com a EssilorLuxottica, dona da marca Ray-ban, entre outras. Aqueles populares entre tarados https://manualdousuario.net/oculos-inteligentes-brega/ . No dia seguinte, a empresa eliminou o código https://www.wired.com/story/meta-removes-face-recognition-code-meta-ai-app-smart-glasses/ do aplicativo e o vice-presidente de comunicação, Andy Stone, disse à revista que o recurso era “puramente para exploração“ e que “nenhuma decisão final foi tomada sobre o que fazer com o código ”. Uma decisão foi tomada, porém: a de incluir esse código sem qualquer sinalização, aplicativo que habilitaria os óculos da Meta/Ray-ban a reconhecer pessoas apenas ao olhar para elas, no aplicativo responsável por controlar os óculos. Por fim, em 8 de julho, o Financial Times relatou https://www.ft.com/content/ac282450-91a8-4597-8f60-9e6ef416865a?accessToken=zwAAAZ YJQmGk888DsxYYwtNdNOKvbF-tzEWz9PBCsWyALpHwdOF26Z1TieU5tOsKCRQkahFl9OPYJ5u9BaGWgE.MEQCIB2b3OCIMLFrpWhGxDYz9DxrTdNEvkCqkHgxHSZ7eAURAiATRpXOmuOoglt3vQttZICH1eZrWbqu1 0nZpd0oh4tdQ&segmentId=7d4bcc2e-e664-92ba-62e3-5590579f1902&syn-25a6b1a6=1 que a Meta está testando uma nova linha de óculos inteligentes que grava sons ininterruptamente e tira fotos a cada poucos segundos, sem qualquer indicação visual ou de qualquer natureza dessas ações. Tipo aquele episódio de Black Mirror, “The entire history of you” https://pt.wikipedia.org/wiki/The Entire History of You . Em nota ao jornal inglês, a empresa disse que não comenta “protótipos internos”, mas disse que adota a postura de “privacidade embutida desde a concepção”.