Ontem publiquei o alerta prático: se você guarda Bitcoin em ColdCard, mova tudo. Hoje vou mostrar como a coisa funciona do lado do atacante. Não é um tutorial pra roubar ninguém; é uma explicação didática sobre uma classe de bugs que pouca gente conhece por dentro, usando dados reais da blockchain e código que qualquer programador consegue ler.
O código didático deste artigo foi gerado com Kimi K3. É curioso notar que, ao mesmo prompt, tanto o Claude quanto o GPT se recusaram a produzir o mesmo tipo de exemplo — ambos alegaram risco de uso malicioso, embora o objetivo aqui seja exatamente o oposto: mostrar por que a vulnerabilidade funciona para que as vítimas entendam o risco e se protejam.